segunda-feira, 1 de julho de 2013

Que motivos são esses?





Que motivos são esses que eu encontro pra chorar?

Que lágrimas são essas que não sessam e que eu não consigo controlar?

Fico arrumando desculpas, me colocando culpas...

Para com isso, digo pra mim.

Afinal, eu tenho uma flor lá no meu jardim e isso não é pouco.

Tenho a lembrança de um amor que um dia alimentou a minha alma

E eu posso ver o céu...

E eu posso...

Que sorriso é esse que não toma meu rosto, que fica guardado como o bilhete daquele namorado.

Meio sem graça

Meio desajeitada

No banco da praça penso em nada

Minto

Penso em você

Que motivos são esses que eu encontro pra não te esquecer?

Carlapianchão






quinta-feira, 4 de abril de 2013

O vaso de barro, a moça leve e eu


Oi Ana! - Eu disse ao entrar na floricultura perto da minha casa.
Na verdade fui ao sacolão, e pra falar mais verdade ainda, fui pagar uma conta.
Bom, já nem lembro o que eu fiz primeiro, mas é sempre assim, parece que sou atraída para dentro das floriculturas e quando  assusto já estou lá me deliciando com o cheiro de terra molhada e tentando entender porque todas aquelas pessoas não estavam radiantes. Afinal  sempre achei que trabalhar com terra, flores de todos os tipos, é como ganhar na loteria. Acha que estou exagerando, levando em conta a minha paixão pela natureza? Então tá, digamos que poder trabalhar com flores seja como ganhar na loteria junto com doze ou dezessete  pessoas, mas essa é outra história.
-Eu queria um vasinho de barro, por favor.
- Um minutinho que vou pegar, e lá se foi a Ana por entre as flores (compro sempre com ela por me parecer  a mais leve), e realmente um minutinho depois, lá vem ela com um vaso de barro em cada mão, um mais rebuscado que o outro, envernizado...
Por se tratar da Ana, a moça leve, escolhi bem as palavras:
- Eu queria algo mais rústico (eu queria mesmo era um vaso velho, tipo aqueles esquecidos em um canto qualquer, na casa de uma vó já cansada), sem verniz...
- Ah que pena, lamentou Ana, não temos assim como está querendo.
Eu não queria duvidar, porque era a Ana, a moça leve.  Então não tive outra escolha. Inconformada, me despedi e fui saindo com uma certezinha de que ainda não estava tudo perdido, e não estava mesmo. Avistei o tal vaso, jogado de boca pra baixo sem nada plantado, velho e esquecido, só não sei se por uma vó cansada.
- E aquele ali? -Perguntei com os olhos de quem avistou um socorro, quando tudo parecia perdido.
- Esse aqui?- Perguntou Ana quase não acreditando que era aquele.
-Está a venda?- Perguntei, e antes mesmo de ouvir a resposta, fui logo dizendo:
-Quero ele, qual o preço?
 Ainda sem acreditar, Ana, a moça leve,  recolheu o vaso abandonado de cima da terra, e foi tentando limpá-lo e retirar o lodo que já se formara, quando eu disse:
- Não precisa limpar, eu gosto assim.
Ela me olhou tentando disfarçar o espanto e pensando o que teria me levado à loucura.
Eu fiquei tão encantada, que ali mesmo pedi que ela plantasse uma gorduchinha (suculenta) e fui embora maravilhada com a arte que a natureza fez no vaso abandonado. E a moça leve  da floricultura, a tal Ana, me acompanhou até o portão, talvez para se certificar de que eu estava mesmo sozinha como uma senhora “normal”, ou se não havia um enfermeiro na porta esperando para me levar embora.
Nenhum julgamento ou pensamento da moça leve me impediu de caminhar pela rua, de volta pra casa, alegre e feliz, como uma criança que acabou de ganhar um doce, segurando cuidadosamente meu vaso de barro, velho,  abandonado e  manchado de lodo.
Pois é, depois de vários dias, abandonado e esquecido, continuo sem saber se por uma vó cansada, o velho vaso de barro ganha um lugar de destaque.
 Todas as manhãs, ao chegar em  meu cantinho, para mais um dia de trabalho, lá esta ele, me esperando, e que Ana, a moça leve,  não me ouça, mas acho que ele estava me esperando na floricultura também.

Carla Pianchão

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ontem não rezei...


Quem me conhece sabe que eu não freqüento nenhuma igreja, não falo e nem participo de nenhuma discussão sobre religião, respeito todas.
Bom, mas mesmo assim tenho uma relação maravilhosa com o cara lá de cima, e nem vou entrar em detalhes sobre isso, porque não é minha intenção convencer ninguém de nada, quero apenas contar o que aconteceu ontem...

Enfim na minha cama, banho tomado, crianças em seus respectivos quartos, tudo estaria escuro, não fosse a luz do abajour, portas trancadas... e como de costume fui bater o meu papinho de toda noite com meu amigo Deus.
Estava tão cansada que resolvi ler uma oração de um livro que ganhei de uma amiga... a estória começa exatamente aqui.
Estava escrito, antes de começar a oração:

“Quando vos apresentardes para orar, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos Céus, perdoe também os vossos pecados”.

Engoli seco, continuei lendo e aí vem a parte mais difícil em tom de ameaça:

“Se não o perdoardes, vosso Pai, que está nos Céus, também não perdoará os vossos”.

Nossa! Tô ferrada!

Bom, eu precisava decidir o que fazer, afinal me veio à cabeça pessoas que me magoaram e que eu ainda não perdoei, e algumas eu nem sei se vou conseguir perdoar.
Eu podia simplesmente dizer que perdôo, para merecer o perdão do cara lá de cima, e acabar logo com isso, mas mentir? Não, definitivamente não, mesmo porque ele me conhece tão bem, que ia perceber.
E se eu pedisse um tempo pra rever minhas idéias e digerir alguns sapos que estão entalados na minha goela?
Ou então dissesse que estou tentando, mas que ainda não consegui?
Putz! Que situação!
Será que não vou poder rezar?
E meus pecados? Vão ficar acumulados até que eu perdoe quem me magoou?
Que Deus me perdoe, mas vou precisar pensar melhor sobre esse assunto.
Fui dormir sem rezar, mas não sem agradecer pelo meu dia.

Fiquem todos com Deus!

Bjs...♥

carlapianchão

terça-feira, 25 de maio de 2010

Eu fico com a verdade...


Dizer a verdade é difícil pra caramba.
A gente cresce ouvindo “os adultos” nos ensinarem que não se pode falar tudo o que pensa.
Mas ouvimos também durante toda a nossa vida, que mentir é feio.
Bom, temos a opção de ficar calados, pra não magoar, pra não perdemos o amigo, pra não estragarmos a “festa”... pra continuarmos no jogo do faz de conta.
Mas dizem que quem cala consente.
Porra!
Que grande merda essa tal de verdade!
Será que é por isso que vivemos tão desconfiados, tão descrentes, tão carentes... afinal nunca vamos saber se o que ouvimos é verdade... e nunca vamos saber se quem se cala, é porque concorda, ou é porque tem medo da verdade... não quer se envolver, não quer confusão... prefere viver “em paz”.

Gente vivemos em um país democrático!
A época da ditadura acabou, não existe mais censura!
Diga o pensa, fale o que te incomoda, reivindique seus direitos.
Acorde pra vida!
Mas vamos com calma. Dizer a verdade, não significa sair por aí ofendendo, sendo grosseiro com quem não pensa como você, ou quem invadiu seu espaço, sua privacidade, ou quem de alguma forma te incomodou ou te incomoda.
Temos uma quantidade enorme de palavras, que nos permitem ser verdadeiros, sem sermos hipócritas, sem soar falso.
Você pode falar o que quiser, pode dar sua opinião, pode expor seus pensamentos sem ser deselegante.
Mas mesmo assim, escolhendo a dedo as palavras ainda vai ter gente que vai se ofender, vai ficar magoado, vai achar que você deveria ter ficado calado, vai achar que você “se acha”, vai dizer que você fala demais...
Aí meu amigo, é você quem escolhe.
Eu fico com a verdade, mesmo que o preço seja perder alguns “amigos”.

Um abraço!

Carla Pianchão

Eu fico com o escritor Thiago de Mello

“Fica decretado que agora vale a verdade.
agora vale a vida,
e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira.

Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.”
(Trechos do livro Estatutos do Homem de Thiago de Mello)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Domingo é dia das mães!


No próximo domingo é dia das mães, aí fiquei pensando em escrever alguma coisa.
Queria escrever algo mais verdadeiro, mais real.
Digo isso porque as empresas de propaganda fazem com que as mães “de verdade”, fiquem todas deprimidas, arrasadas e destruídas no seu dia.
Mãe de propaganda continua magrinha mesmo depois de ter filhos, conseguem amamentar sorrindo, nunca se sentem cansadas, nem muito menos estressadas, os cabelos são maravilhosos, os olhos são sempre azuis...
E os filhos?
Isso sem falar nas mães das propagandas dos caldinhos mágicos.
Servem a mesa sorrindo, enquanto as crianças, pra lá de comportadinhas, aguardam a hora de comer. O pai, com cara de paisagem, não mede elogios, quando a mãe aparece carregando a travessa.
Bom, não vou me estender muito porque afinal somos todas bem crescidinhas e sabemos distinguir a realidade da ficção.
Vamos voltar ao dia das mães real.
Poderia falar de mim, sou mãe de um adolescente e de uma quase adolescente. Só por isso, já merecia ter um dia só pra mim.
Ahhh... neste caso seria mais legal se meus filhos falassem né?
Eles podiam dizer que me amam muito, que vão levar pro resto da vida tudo o que eu ensinei a eles, que entendem o meu mau humor de vez em quando, que adoram a minha comida, o meu bolo de fubá, que são super gratos por eu acordar todos os dias cedinho, para chamá-los para a escola, que eu sou a melhor mãe do mundo, que eles me devem a vida...
Ta bom então, concordo que falar de mim ficaria meio estranho.
Então ta, já sei, vou falar da minha mãe, uma mulher...
Não, não vou conseguir, ela não esta mais aqui e falar dela ainda é muito difícil. Sei que vou chorar.
Mas eu podia tentar, afinal já fazem 10 anos.
Parece muito né? Mas não é.
Ainda é difícil viver sem ela... e bota difícil nisso!
Então vou parar por aqui, antes que eu não consiga mais controlar minhas lágrimas, e eu também não quero que ninguém chore.
Mãe tem que ser forte, não é mesmo?
Então vou ser bem prática.
Parabéns a todas as mães!
Se comportem no almoço de domingo. Se for levar aquela lasanha que você leva todo ano, não esqueça que sua sogra tem pressão alta, manere no sal, se estiver de TPM, lembre-se de que as crianças não são advinhas, elas vão continuar correndo pela casa, derrubando enfeites, e refrigerante no tapete da sala. A menos que você faça uma plaquinha, e escreva:
EU VIM, MAS ESTOU DE TPM.
Se o seu marido não te der de presente o que você esperava, entenda que você não é mãe dele, e contente-se com os presentinhos da escola.
Calma, eu não vou estragar a surpresa de ninguém. Mas um passarinho me contou, que talvez venha por aí, um potinho reciclado, porta treco, ou um pano de prato pintado. Que tal? Não faça essa cara, afinal você não é a única mãe, e se você não é professora, não tem idéia do que são 32 crianças, fechadas em uma sala, pintando um pano de prato.
Então dê um belo sorriso, agradeça a Deus por ter a oportunidade de ser mãe, aceite de coração, seu potinho porta treco, seu paninho de prato e curta seu dia.
Agora, se seus filhos já são crescidos, não fique animadinha achando que vai pintar uma blusa de frio daquelas maravilhosas, ou quem sabe uma calça jeans. Sinto em te informar que no máximo umas flores, afinal a mesada tem que dar pro mês inteiro.
Ahhhh eles já são casados? Então minha amiga é hora de dividir o seu dia com a sogra.
Pois é, mas você é uma mulher antenada, descolada, moderninha, vai entender isso numa boa não vai?

Parabéns a todas as mães!

Carla Pianchão

terça-feira, 30 de março de 2010

minha Maria cresceu...


O prendedor de cabelos de florzinha, já foi deixado de lado, literalmente abandonado.
O beijo na porta da escola, nem pensar.
Frases do tipo “fique com Deus”, “te amo”, ou “preste atenção na prova”, nem me atrevo a dizer na frente da galera. É mico.
E o lanchinho? Biscoitinhos no potinho de plástico?
Esqueça!
E não se atreva a enrolar a maça naquele guardanapinho que você mesma fez, no meu caso, ainda fiz um “apliquê” (técnica de patch), porque isso nem é um mico, é um verdadeiro chipanzé!!!
Nas festinhas, há muito tempo que eu só deixo na porta, e agora só até na esquina.
Não adianta perguntar a que horas a festa termina, a resposta é sempre a mesma: - eu te ligo, do celular claro, faz parte do kit aborrecente.
O tênis tem que ser o de eskaitista, mesmo que eles não tenham eskate, é enorme, me dá e impressão de uma banheira, o cadarço virou enfeite, fica jogado pro lado arrastando no chão... Mas é moda.
O cabelo às vezes é super liso, e no dia seguinte todo de qualquer jeito, depende muito do humor, que quase sempre é mau humor.
Às vezes tenho a impressão de que minha Maria dormiu criança e acordou adolescente.
Mesmo estando do lado dela o tempo todo, quando assustei ela já andava sozinha, sem segurar em minha mão.
Não precisa mais de mim pra lavar os cabelos, não me pede opinião nem mesmo na hora de escolher o pijama de dormir, que, aliás, não é mais aquele de coraçãozinho, já foi substituído por uma camiseta velha.
Aqueles papos, ainda rolam, mas não podem ser longos demais, outro dia ela dormiu, enquanto eu colocava em prática, coisas que aprendi nos muuuuuitos livros que li sobre adolescência.
As conversas no celular são sussurros, e quando falam um pouquinho mais alto, não muda muita coisa, tenho a impressão de que estão conversando em códigos... “tipo assim”.
Bom, apesar de tudo isso, e apesar de saber que isso não é tudo, afinal são só 10 anos, estou digerindo, me preparando, tentando aceitar toda essa mudança que vem de repente... é como um soco no estômago! E mesmo não permitindo alguns exageros, não é tarefa fácil encarar que os filhos crescem.
Já aumentei meu tempo na terapia... Rsrsrsr
Já sinto falta da minha “pequena” Maria
Já me sinto... “tipo assim”... uma estranha no ninho!
Mas como detesto dramalhão mexicano... haja tecidinhos!!!
Agora tenho um de quinze, no auge da adolescência, (essa conversa fica pra outro dia)...
E uma de 10 no começo...
Faz parte!!!

Carla Pianchão

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

minha Maria...


Dona coruja, tinha acabado de ter filhotinhos, mas precisava sair para trabalhar.
Preocupada com o tal Gavião, que comia filhotinhos, resolveu ir falar com ele.
- Preciso muito sair para trabalhar, gosto muito dos meus filhos, e não saberia viver sem eles, nem consigo me imaginar respirando se eles não fizerem mais parte da minha vida, por este motivo, vim pedir, implorar que não coma meus filhotinhos.
O Gavião foi pego de surpresa, e quase não conseguiu esconder sua emoção diante daquela mãe preocupada em proteger seus filhos.
- Mas como eu saberei distinguir seus filhos, são tantos filhotes de corujas espalhados por essa floresta?
- Ahhhh... Claro que saberás quais são os meus. Eles são os filhotes mais lindos desta floresta.

(...um dia alguém me contou essa estória, não sei quem é o autor, estou contando aqui com minhas palavras, de qualquer forma, é uma linda estória de amor...)

Uma semana cheia de muito amor!
bjs...♥
Carla Pianchão

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

onde foi que você errou? Você sabe?

Desejo que em 2010 você descubra e continue tentando...
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(imagem retirada do Google)

Todo mundo tem objetivos, tem sonhos, tem metas a serem alcançadas, isso é fato.
Mas às vezes, as coisas não saem como queríamos, como imaginamos, como esperávamos, e muitos podem ser os motivos para um projeto não dar certo.
Bom, claro que eu não vim aqui dar consultoria em sonhos fracassados, nem tenho essa pretensão.
Vim aqui desejar que em 2010 seja diferente, se no ano que está quase acabando, você não conseguiu realizar algo que queria muito, e se continua querendo, (é importante saber se ainda quer), pense, repense, comece outra vez, mas não do mesmo jeito, tente descobrir o que foi que deu errado...
Muitas pessoas optam por desistir, deixar pra lá, escolher outro caminho. Pode ser, mas ainda acho que o melhor mesmo é escarafunchar o seu sonho, botar as cartas na mesa, e ver com detalhes o que você fez, e tentar descobrir onde foi que você errou.
Sempre achei que desistir não é a melhor opção, mas é preciso ser cauteloso e ajudar o cara lá de cima, sonhando sonhos possíveis.
Que 2010 seja diferente, é sinceramente o que eu desejo.
Que sejamos verdadeiros e intensos, em tudo.
Que consigamos aceitar o outro com todas as diferenças.
Que você tenha tempo, pra ligar pros amigos, pra fazer caminhada, pra pensar na vida, pra ler um livro, pra criar, inventar, inovar.
Enfim, desejo de coração que você tenha tempo pra viver a vida da melhor forma que puder.
Que o seu ano seja 10!
Um Abraço
Carla Pianchão

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Tenham todos um Natal Feliz...


...com muita paz, muitas alegrias e muita saúde!
bjs...♥
Carla Pianchão

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Você não conseguiu????


Tenha gente que detesta ler.
Ganhar um livro de presente é pior que sapato apertado.
Tem gente que bate o olho em um texto de uma página e já dá preguiça.
Tem gente que corre léguas de “links” ou “blogged”, se tem que clicar, esperar abrir e ainda ler... Nem pensar.
Tem gente que nem vê o que está escrito embaixo da foto.
Tem gente que até tenta, mas não consegue chegar até o final.
Tem gente que olha e vai logo embora.
Tem gente que olha, não lê, mas deixa um recadinho carinhoso.
Mas é claro que gente assim também merece ter um Natal!
De preferência na casa de alguém,
Com um sofá bem confortável,
Com garçom que passe de meia em meia hora,
Quarto de hospedes, pra ir embora só no dia seguinte, depois do café.
É claro que eu respeito gente assim, não tenho nada contra.
É claro que eu conheço e gosto de muita gente que é assim.
Fico um pouco triste porque eu queria muito que você lesse minha mensagem de natal, e vou colocar esse meu desejo, na minha listinha para 2010.
E pensando em gente assim, eu até tentei fazer um texto menor, mais eu não sei o que acontece, eu começo escrever vou me empolgando e quando vejo, já escrevi demais, como agora, por exemplo.
Bom, vim apenas desejar um Natal, especialmente pra você que não leu minha mensagem.
E se mudar de idéia, (confesso que tenho esperança que isso aconteça), ainda está em tempo, basta clicar AQUI espere um pouquinho e tente, quem sabe você consegue chegar até o final? Vou ficar torcendo.
Um grande beijo
Carla Pianchão

(imagem retirada do Google)